Diário de bordo 6346...

Diário de bordo 3635...

Diário de bordo 345

Diário de bordo número qu...

Diário de bordo...4

Diário de bordo...3

Diário de bordo...2

Diário de bordo...

Mas que raio....

Mais uma mulher na minha ...

Quinta-feira, 26 de Abril de 2007
O Bluetooth......
Na sala:
- Olha. Já te configurei o Bluetooth do telemóvel . Agora podes passar a usar o aparelho no ouvido sempre que conduzires. - digo-lhe eu.
- És um amor. - responde-me ela.
- Pois sou. E até criei etiquetas de voz para que tu possas fazer chamadas sem mexer no telemóvel. - digo-lhe enquanto a ajudo a meter o auricular bluetooth no seu ouvido.
- A sério? Que querido. - diz ela, enquanto ajeita o auricular.
- Pai, olha o que eu já consigo escrever. - mostra-me a nossa filha, juntando-se a nós.
- É a Vaca. É a Galinha. É o Hipopótamo . - leio eu, alto.- Está muito bem feito. - digo, elogiando-a.
- Olha lá! Isto está a chamar! - interrompe a minha mulher, meio surpreendida.
- Vês. A etiqueta de voz que fiz está a funcionar. - respondo-lhe eu, calmamente.
- Etiqueta de voz? - diz a minha mulher, admirada - Mas que etique..... Está?!.... Quem fala?!..... Mãe!? És tu?
publicado por Luis às 22:01
link do post | comentar | ver comentários (38) | favorito (1)
Quarta-feira, 18 de Abril de 2007
Impressionismos.....
- Ajuda-me a levantar da cama, por favor. - peço à minha mulher.
- Não estás melhor das costas?
- Estou. Mas acho piada fazer estes esgares de sofrimento, e ter alguém a puxar-me enquanto finjo gritar de dor. - respondo, com o meu bom humor matinal.
- Mas quando é que te deixas de armar em herói? - pergunta ela, enquanto vai arrumando as almofadas maricas , que se encontram espalhadas pelo chão do quarto.
- Quando chegar à andropausa. - respondo eu, levando depois com uma das almofadas na cara, a qual me provocou um sonoro FODA-SE , devido à dor que a minha infrutífera tentativa de desvio me provocou.
- Mas o que te deu para agarrares logo nas duas crianças ao mesmo tempo, e com elas penduradas, te pores a fazer malabarismos, como se tivesses num circo? Não pensaste nas tuas hérnias?
- Pensei. Mas como já não sentia o prazer da dor há muito tempo..... - respondo eu, em vez de mais um FODA-SE . QUERO LÁ SABER DISSO AGORA! AJUDA-ME A LEVANTAR DA PUTA DA CAMA. ESTOU CHEIO DE DORES E NÃO ME CONSIGO MEXER.
- Mas tu sabes que não podes fazer brincadeiras dessas. Ainda por cima a tua filha e a amiga, já são pesadas. - diz, enquanto olha para mim de uma forma que me assusta.
- Sim. Já sei. Não preciso de mais seca. Ajudas-me a levantar da cama, ou não?
- Não sei. - responde ela, enquanto se despe - Estava a pensar aproveitar-me de ti. O que dizes? A forma como tu ontem brincaste com as crianças , excitou-me. - continua ela, enquanto se aproxima de mim - Mas tens que deixar de fazer essas coisas para me impressionares. Eu já sei o homem maravilhoso que tenho. - termina ela, dando-me depois um beijo.
- Mas eu não fiz isso para te impressionar.
- Pois não, amor. - diz enquanto me vai beijando. - Por isso é que não paravas de olhar para mim enquanto fazias aquelas maluqueiras todas.
- Não era para ti que eu estava a olhar. Era para a boazona da mãe da amiga da nossa filha. Viste o belo top que ela trazia?

Bom, ou era isso, ou tinha que aguentar uma sessão mais do que dolorosa de sexo, a qual, quem sabe, me poderia deixar traumas profundos. É óbvio que não lhe podia nunca dizer que, para mim, sexo, estava fora de questão. Porra , um homem é um homem.
Por outro lado descobri que os beliscões, pontapés e palmadas, serviram, por segundos, para me esquecer das dores nas costas e na perna.
E consegui sair sozinho da cama. Foi fácil. O difícil , foi conseguir levantar-me do chão depois de ter rebolado para fora da cama.
publicado por Luis às 22:53
link do post | comentar | ver comentários (31) | favorito (1)
Segunda-feira, 16 de Abril de 2007
Porra! Até que enfim que alguém se chateia!
"cada dia k passa este blog tá a deixar d ter significado.
até agora tinhas muita piada e tudo e tudo e tudo....zzzzz....mas agora parece k t subiu a importancia á tola e tas mesmo frakinho....convencido.
a mim parece-m k kem manda lá em casa é unica e exclusivamente a mulher e vem pra aki armado em galifão engraçadinho....ker dizer agora é só galifão....pork a piada já a perdeste toda .
será k kando as pessoas ganham fama , seja muita ou pouca, ficam assim???
já m ri muito com este blog mas agora tá em degredo.
e isso nota-se pela diferença d comments k são deixados, é só fazer as contas.
o blog é teu e fazes dele o k kiseres ...mas será k não é nestas alturas k s vê a verdadeira personalidade das pessoas!!!

ahhh!!é só pra dizer k isto aparece como anonimo pork mesmo k eu diga k sou a joana ou a rita ou o vasco ou o sam tu não saberás na mesma kem sou.
por isso excusas d vir com as tretas da cobardia e etc.essa já não cola , nem pra ti nem pa algumas visitantes deste blog"

E ai de quem se atrever a insultar o moço (ou moça)! Terá o comentário imediatamente apagado!

Adenda (em jeito de esclarecimento): O que está escrito a negrito é para cumprir. Todo este comentário é um elogio a este blog. Só um verdadeiro fã (quase a roçar o fanatismo) conseguiria, desta forma clara e pura, mostrar a importância que este blog tem no seu dia a dia. Quase consigo sentir toda a sua dor à medida que ia escrevendo: "Como é que este gajo se atreve? Onde estão as minhas gargalhadas? Os meus sorrisos? Quem é que ele julga que é para me tirar isto?"
As justificações para esta sua frustração, só podem ser as que ele (embora desconfie que seja uma ela) apresenta. Nunca poderiam ser outras: "Este gajo agora anda armado em importante e cagou para isto. É mais um merdas que pensa que é famoso." A sua ténue tentativa de me insultar emocionou-me: "...quem manda lá em casa é a tua mulher..." quando ele próprio já sabe isso há muito tempo.
E no final, a justificação do seu anonimato. A tentativa de amparar os mais que certos insultos a que se iria sujeitar, pela parte dos restantes comentadores, e até possivelmente da minha parte....houve aqui um abrir do peito, do coração, e isso não foi fácil. Houve muita emoção à flor da pele...e mais uma vez, isto só poderia vir de um verdadeiro fã (e depois ainda há aquela parte ligeiramente excitante, em que me chama galifão).
publicado por Luis às 23:02
link do post | comentar | ver comentários (45) | favorito
Quarta-feira, 11 de Abril de 2007
Quem quer um livro de borla??? Quem???
O pessoal do Sapo teve a brilhante ideia de oferecer cinco dos meus livros num passatempo sobre a Vida de Casado. Quem quiser ganhar um destes livros, vá até aqui e participe.
Quem não quiser participar, compre o livro antes que seja demasiado tarde, pois qualquer dia ainda começo a fazer uma promoção séria do mesmo e depois ele esgota.
publicado por Luis às 22:00
link do post | comentar | ver comentários (15) | favorito
Quinta-feira, 5 de Abril de 2007
Mais uma frase para acabar com conversas....
- Então? Que tal estou? - pergunta-me a minha mulher, enquanto vai "desfilando" à minha frente vestida com a sua nova roupa.
- Está giro.- respondo eu, enquanto vou olhando para a sua saia colorida e meias calças às riscas.
- Achas mesmo? - pergunta ela, toda contente.
- Sim. Dá-me vontade de rir.
publicado por Luis às 15:33
link do post | comentar | ver comentários (23) | favorito (1)
Segunda-feira, 2 de Abril de 2007
Dentes....

- Mãe. Olha arranquei o dente que estava a abanar. -diz a nossa filha, chegando ao pé de nós com um dente na mão.

- Arrancaste?

- Sim. Estava farta de o abanar e ele nunca mais caía, assim puxei e ele saiu.

- Xiiii, és corajosa. Mas agora vai buscar um guardanapo para limpar essa boca que estás a deitar sangue.

- Sangue??? Estou a deitar sangue!!??. Mas não me doeu nada!?? E agora? O que vai acontecer?! - diz ela, deixando vir ao cimo o seu lado hipocondríaco.

- Filha, tem calma. Isso é normal. É só um bocadinho de nada. Não penses nisso. Olha, vou-te contar um segredo: se deixares o dente debaixo da almofada à noite, de manhã vais lá ter uma moeda.

- Porquê?

- Porque as fadas trocam os dentes por moedas.

- Mãe eu já sou grande! Já não acredito em fadas!

- Não!?

- Claro que não!.... Olha lá, não será antes o dragão que está no sotão? Ele é que deve de precisar de dentes.

- Pois....deve ser ele. Olha, faz a experiência esta noite.

- Está bem.


De manhã:

- Mãe! Pai! Olhem. O dragão deixou-me aqui uma moeda e levou-me o meu dente. Poça, e logo dois euros.

- Hoje não é Domingo? - pergunto eu.

- É. E então? - diz ela, enquanto vai apreciando a moeda.

- E aos Domingos não tínhamos combinado que tu não me acordavas? Apenas chamavas pela mãe?

- E porquê pela mãe? - pergunta a minha mulher.

- Porque o pai prometeu comprar-me um ovo de chocolate com uma surpresa, sempre que eu não o acorde.

- Agora podes esquecer esse acordo. Já te disse que sempre que tu falas das nossas combinações à mãe, elas deixam de contar. - digo, enquanto vou esfregando o braço para ver se passa a dor causada por mais um beliscão da minha mulher.

- Também não preciso. Ganhei dois euros com o dente. - diz a nossa filha, toda contente, esfregando-me a moeda na cara.

- Tu não abuses. Olha que eu conto a verdade sobre a moeda. - e aqui está porque razão os meus braços estão sempre cheios de nódoas negras (por incrível que pareça, por vezes dou por mim a olhar para essas nódoas negras sem perceber o porquê das mesmas, até que, novamente, uma frase minha, me recorda que os beliscões da minha mulher têm esse efeito secundário)


Durante o pequeno-almoço:

- Pai. - segreda-me ela, enquanto continua a olhar, fascinada, para a sua moeda de dois euros- Quando é que vamos a casa dos avós?

- Sabes que a mãe é que manda nisso. Por mim, só para o ano. Mas porquê?

- Se tu me ajudasses a ir mais cedo, eu dava-te esta moeda.

- Explica lá isso melhor e talvez tenhamos negócio.

- Se lá formos, tu não dizes nada e eu dou-te esta moeda. Depois eu trago as dentaduras dos avós e o dinheiro que o dragão me der, é todo para mim. Que tal?

- Dividimos o dinheiro ao meio e temos negócio feito.

- Boa. - diz ela, apertando-me a mão – Mãe, eu e o pai queremos ir no próximo fim de semana a casa do avô e da avó. - grita ela para a mãe, o que depois levou a um desenvolvimento sobre o porquê desse nosso desejo tão vincado, tendo daí resultado mais um monólogo, por parte da minha mulher, sobre o número de crianças que ela pensa ter em casa, e o número de crianças que ela efectivamente tem que aturar.

publicado por Luis às 13:53
link do post | comentar | ver comentários (17) | favorito (1)
pesquisar