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Mas que raio....

Mais uma mulher na minha ...

Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006
Publicidade 3......
Saiu a segunda edição do Reação Cultural, no qual podem ler a minha 2ª Crónica, a qual trata de um tema bastante sensível a todos os homens e a causa de muita incompreensão por parte das suas insensíveis companheiras.
Fica ainda o convite a todos(as) os que queiram participar nesta Reação Cultural Luso-Brasileira, com textos (poesia, artigos, criticas) imagens, "cartoons", etc. Enviem os mesmos para admin@reacaocultural.com. Se corresponderem à linha editorial (a qual é bastante genérica) serão publicados.
publicado por Luis às 18:52
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Domingo, 24 de Setembro de 2006
A nota é que é importante....
Hoje vi algo que me impressionou num canal qualquer da TV por cabo, dois orientais a puxarem um camião carregado de gente, usando o pénis. Para além dos arrepios e dos suores frios que me atormentaram, fiquei com uma dúvida: Qual a razão daquela demonstração? Eu, quando não quero sexo com a minha mulher não massacro a pila para usar isso como desculpa, como homem moderno que sou, sempre que não quero sexo com a minha mulher uso a sinceridade:
- Vê lá se hoje consegues ter o raio do orgasmo em menos de dois minutos. – e pronto, assunto arrumado.

Nota Importante:
A ver se a gente se entende. O objectivo deste post era apenas arranjar um pretexto para falar sobre os tais orientais a puxarem o camião com o pénis. Ora, acontece que este não é um blog qualquer. Não se colocam aqui posts que não tenham qualquer tipo de ligação à linha editorial do mesmo: falar sobre a minha vida de casado. Neste blog existe respeito pelos leitores. Este é um blog sério. É um blog sobre a minha vida de casado e com responsabilidades perante os seus leitores. Assim, e por tudo isso, tive que inventar que uso desculpas para não ter sexo com a minha mulher (reparem na ironia, eu inventar desculpas para não ter sexo....pfff) apenas e só, para que existisse aqui uma pequena ligação entre os orientais e a minha vida de casado. Só isso. Perceberam? A palavra chave aqui é: IN-VEN-TAR. Ou seja, isto não quer dizer que o facto de andar cansado, farto de certas merdas, lixado com a vida extra familiar, entre outras porras, ande a dar cabo da minha vida sexual, ENTENDIDO?
publicado por Luis às 23:27
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Terça-feira, 19 de Setembro de 2006
Mas quando é que me põem na lista negra?
- Está? É da casa do senhor Luis?
- Um momento se faz favor. – responde a minha mulher – Toma é para ti. – diz-me ela, passando-me o telefone com um sorriso do tipo: “Toma lá, para ver se não voltas a olhar para certos decotes, quando vais almoçar comigo.”
- Professor Doutor Luis Miguel, faça favor de dizer. - digo para o telefone.
- Senhor Doutor Luis ?
- Professor Doutor. – corrijo eu.
- Olhe Sr. Professor Luis ...
- Professor Doutor, se faz favor. – volto a corrigir.
- Não pode ser só um deles? – pergunta timidamente.
- Não. – respondo secamente.
- Peço desculpas, Srº Professor Doutor Luis Miguel.
- Pode ser só Professor Doutor.
- Ok. Professor Doutor. Nós estamos...
- Professor Doutor Luis Miguel.
- (primeiro suspiro) Professor Doutor Luis Miguel.
- Sim, sou eu.
- Chamo-me Sara, e estou a telefonar-lhe porque tenho uma oferta para si.
- Estava a brincar.
- Desculpe?
- Estava a brincar consigo.
- Desculpe, mas não estou a perceber.
- Aquilo do Professor Doutor, era eu a reinar consigo.
- (riso forçado) Que engraçado, Srº Luis .
- Pode-me tratar por papá?
- Como????
- Papá. Pode ser? Papá Luisinho .
- Está a brincar, não está?
- Não lhe custa muito, pois não? É só um favor que lhe estou a pedir. – digo eu ofendido.
- Mas....o senhor est á a brincar, não está?
- Vá lá . O que lhe custa? Olhe, dou-lhe 5 euros.
- Srº Luis , eu...
- Papá Luisinho .
- (segundo suspiro) Eu tenho uma oferta muito séria para lhe fazer.
- Não disse as palavras mágicas.
- Por favor?
- Não. Papá Luisinho .
- Mas olhe que o que lhe tenho para dar é um produto de elevada qualidade e......
- Não estou a ouvir nada. – interrompo eu.
- (terceiro e o mais profundo suspiro) Não está aí mais ninguém com quem eu possa falar?
- Está, mas não passo. – respondo- A não ser que me chame papá. Afinal, o que lhe custa? (pausa) Se o fizer, eu depois ouço o que tem para me dizer com toda a atenção.
- (pausa com suspiro)
- Vá. Vamos começar do início. – digo eu – Está sim? Faça o favor de dizer.
- (pausa)
- Está sim? - repito.
- Pa ... pap ...(suspiro)
- Siiim !? - insisto.
- Papá Luis . Tenho uma oferta para si.
- NÃO É PAPÁ LUIS. É PAPÁ LUISINHO ... PORRA PÁ, CUSTA MUITO, CUSTA??? (fungadela) VOCÊ É UMA INSENSÍV ....(fungadela) JÁ NÃO QUERO MAIS FALAR CONSIGO. PASSE-ME JÁ A SUA SUPERVISORA. (fungadela) - grito.
- Mas....mas...o que....mas que raio....mas só me aparecem malucos.
- NÃO PIORE A SUA SITUAÇÃO. QUERO FALAR IMEDIATAMENTE COM A SUA SUPERVISORA. - exigo eu.
- (pausa prolongada) Boa noite. Fala Gertrudes. Faça favor de dizer. – diz uma voz ríspida.
- Muito boa noite. Seria possível saber onde é para ir buscar a minha oferta? A Sara não me quis dizer.
- Desculpe? Não lhe disse onde podia ir levantar a sua oferta? – diz com uma voz mais descontraída.
- Não. Mas se não acredita em mim, pergunte-lhe.
- Não. Claro que não é preciso perguntar. Eu tratarei agora pessoalmente do seu caso.
- Finalmente uma pessoa com quem se pode falar.
- Com certeza. Então dá-me licença que o informe sobre a nossa oferta?
- Claro que sim, mas.....peço desculpa pelo atrevimento e espero que me perdoe se eu estiver a ser inconveniente, mas....é senhora ou é menina?
- (pequeno riso) Bom, não está a ser inconveniente. É menina. Mas vamos então á nossa oferta.
- Olhe menina Gertrudes, eu vou ser sincero consigo. Eu sou uma pessoa humilde, criado no campo, no meio dos animais. Subi na vida a pulso. Hoje sou um homem de posses. Tenho hectares e hectares de terrenos. Vacas, ovelhas, bichos que nunca mais acabam e adoro cada um deles. Tenho tudo o que quero da vida. Aquilo que eu não tenho, é porque não me interessa. Só há algo que eu ainda não encontrei: o amor de uma mulher. Isso é que me faz falta....A Sara é boa moça, mas nota-se que ainda não tem aquela experiência de vida que faz da Gertrudes aquilo que é: Uma Mulher.... Notei logo no seu tom de voz, que existia algo em si de especial (pausa) Já percebeu que não quero saber da oferta, agora.... se a Gertrudes não achar que estou a abusar, e me ceder uns minutos do seu tempo para um pequeno encontro....um café, num sitio público claro. O que me diz?
- (pausa)
- Só mais uma coisa.
- Sim, diga.
- Gosta de sexo com animais? – pergunto timidamente.
- tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Nota: Tenho que confessar que depois de me desligar o telefone, fiquei a pensar que poderia ter magoado a moça, mas as gargalhadas que a minha mulher deu durante o resto da noite fizeram-me esquecer rapidamente esse pequeno pormenor. E sim, fazer rir uma mulher continua a ser o melhor afrodisíaco que conheço.

publicado por Luis às 22:54
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Domingo, 17 de Setembro de 2006
O facto de eu ser sovina também contribuiu para isto....
No pequeno quintal da nossa casa:
- Epá isto é mais difícil do que parece. – diz-me ela, mal começa.
- Upsss .....bom.....não te preocupes que eu arranjo. – diz-me pouco depois.
- Isto escorrega um bocadinho, já reparaste? – pergunta-me depois de mais um descuido.
- Acho que já está quase...... ELÁ ISTO TEM VIDA PRÓPRIA...... Olha, afinal ainda é preciso mais um bocadinho. – continua ela, com o seu monólogo.
- Bom, já está. O que achas? – pergunta ao mesmo tempo que me dá um espelho para as mãos. – Com tanto cabelo branco e quase careca, quase não se notam os pequenos defeitos que a máquina deixou. – diz como desculpa, assim que vê a minha cara de pânico após olhar para o corte de cabelo que ela me fez...
- Realmente tens razão. Se nós libertarmos logo as tais “energias negativas”, o alivio é imediato. – digo-lhe já bem disposto, assim que entramos em casa.
- %#$%#, estou completamente encharcada, grande %*$&$#. Nunca mais te corto o cabelo. Para o *%#$% mais a $#%& da máquina. Se apanhar uma pneunonia....(pausa para torcer a roupa e respectivos efeitos sonoros). Grande %*$&$#. – reage ela, ao pé da nossa filha.
- Mãe, vais já para o quadro do não gostei. – diz-lhe a nossa filha – E como é que ficaste assim toda molhada? Está a chover? – continua.
- Filha, lembraste-me que deixei a mangueira do quintal espalhada pelo chão, e se não a for arrumar a tua mãe ainda ralha comigo. – disse eu, enquanto aproveitava e escrevia todas as asneiras ditas no quadro do não gostei, as quais, depois deste meu inocente comentário, sofreram um ligeiro aumento que me obrigaram a criar três páginas de anexos.
publicado por Luis às 23:08
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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006
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Ora então aqui está o Reação Cultural. Para quem estiver interessado em ler, aqui está a minha primeira crónica.
Atenção: a foto que a acompanha foi editada, cortada, encolhida e totalmente modificada no photoshop, pelo que qualquer semelhança entre a mesma e a realidade será pura coincidência.
publicado por Luis às 12:40
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2006
O primeiro dia de escola......
Amanhã começa a escola da minha filha. Vai para a primária. Anda a saltar pela casa com a mochila às costas, a mostra-me os livros que encadernámos juntos, a roupa que foi hoje comprar com a mãe, o estojo com os lápis, a borracha, as canetas, os ganchos para o cabelo e a cueca da Minie que vai pôr amanhã, tudo isto entremeado por perguntas sobre o que é a primária, quem se vai sentar ao seu lado, o que vai aprender, quem vai ser a professora, etc. Para mim, tudo isto me custa, tenho sentimentos contraditórios relativamente a tudo isto. Não sei como reagir, não sei o que lhe dizer, sinto-me angustiado, sinto-me bem mais nervoso do que ela, mas não o posso mostrar, afinal, como é que se diz a uma criança de 5 anos que a melhor época da sua vida acabou hoje?
publicado por Luis às 22:48
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Estava eu de férias, em zonas de portugal onde para utilizar o telemóvel temos que usar o roaming e depois pagar pelo mesmo, quando alguém me enviou um mail a gabar as minhas elevadas capacidades para a escrita. Quando cheguei, finalmente a uma zona de Portugal com rede e com internet, li o mail e certifiquei-me de que era mesmo de mim que ele falava. Recebi como resposta mais uma carrada de elogios, os quais tenho o prazer de ler à minha mulher todas as noites para ela se mentalizar, de vez, da qualidade do artista que ela tem ao seu lado na cama (recebo como resposta que, no meu caso, artista e cama não funcionam bem na mesma frase - fico a pensar que outros casos é que ela conhece....).
Continuando. Como achei que quem me gaba assim (e não estou a falar da minha mulher) escreva eu o que escrever, vai achar sempre que está bom, resolvi aceitar o desafio.
Resumindo: enquanto ele continuar com os elogios, e assim o entender, irei passar também, a escrever neste projecto. Posso-vos garantir que, de tudo o que já li, a minha crónica é, sem qualquer dúvida, a melhor. De qualquer forma, e para que não me chamem José Mourinho, tenho-vos a comunicar que ainda não li os textos dos restantes artistas. Mas espero, no mínimo, que de todos os artistas de Cuba -Alentejo (para que n'aja confusão) a minha modesta crónica seja a melhor.
publicado por Luis às 15:03
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Domingo, 10 de Setembro de 2006
Dinossauros.....

- Pai, posso adormecer aqui contigo? –pergunta-me ela, metendo-se na minha cama.
- Então porquê? Estás com medo de alguma coisa?
- Não. Só quero ficar aqui ao pé de ti.
- Pois...
- Pois é. Eu gosto muito de ti e quero adormecer ao pé de ti.
- É outra vez a sombra?
- Tu és chato. – diz, enquanto se vira de costas para mim e põe a cabeça no colo da mãe.
- Hoje parece mesmo um dinossauro, daqueles muito grandes e com muitos dentes. – diz-me, passado um bom bocado.
- Se não tivesses que ter sempre uma luz acesa para dormir, não tinhas sombras que te assustassem, não é? – aproveito eu, para ver se consigo poupar na conta da electricidade.
- Pois...e aí eles aproveitavam-se do escuro e davam cabo de mim. É isso que tu queres, é?
- Bom, dorme que eu depois levo-te para a tua cama e dou cabo do dinossauro. Prometo que deixo a luz acesa e sem sombras malvadas. – respondo, vencido com a sua argumentação.
- És o melhor pai do mundo.
- E tu és a filha mais chata do mundo.
- Não sou nada. – reage ela.
- Como é que sabes?
- Porque a avó diz que tu eras bem pior que eu, quando eras pequeno.
- A avó já está velhota e já não diz coisa com coisa.
- Quando é que tu já foste pequeno? – pergunta-me ela de tal forma, que me fez aparecer mais uma série de cabelos brancos.
- No tempo dos dinossauros. – respondo.
- Achas que eu ainda sou uma bebé para acreditar nas tuas histórias?
- Não acreditas? No meu tempo ninguém tinha computadores, nem telemóveis, nem havia CDs e muito menos DVDs.
- Era assim, mãe? – pergunta, virando-se para a mãe.
- Sim filha, era. – responde-lhe esta.
- Vês como não te estou a mentir? – afirmo.
- Mas não existiam dinossauros assustadores, pois não? – pergunta-me, meio desconfiada.
- Já te contei como foi da primeira vez que conheci toda a família da tua mãe?- digo eu, dando assim oportunidade para que a minha mulher se metesse numa conversa na qual eu sentia que ela se achava excluída, e permitindo-lhe ao mesmo tempo, inaugurar o quadro do não gostei- época 2006/2007- com os nomes que ela chamou a alguns membros da minha família.

publicado por Luis às 17:24
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Segunda-feira, 4 de Setembro de 2006
Uma feliz recordação das férias....
Embora as férias estejam já no passado e amanhã volte às peripécias laborais, que não interessam para aqui, vou passar a encarar as mesmas com um sorriso nos lábios e para tal apenas terei que me recordar do melhor momento das minhas férias, ocorrido há cerca de duas semanas:
- Sogra, veja o que encontrei no chão junto do seu portão. – digo-lhe eu, mostrando-lhe um walkie talkie .
- O que é isso? Alguém perdeu um telemóvel? – pergunta-me ela.
- Não sei, mas está ligado. Se alguém o perdeu há-de ligar. Olhe, fique com ele e se alguém ligar diga que o tem.
- Então, mas porque não ficas tu?
- Porque tenho que sair e se alguém o perdeu irá procurá-lo por aqui, certo?
- Está bem.
Passados cerca de vinte minutos e já bastante longe da sua casa, agarro no segundo walkie talkie e começo a gritar:
- Akmed Salam Mohamed (pausa) Akim alamahed mujahidin (pausa) arkatam islamabad (pausa) shokrum alkair aktum .
Depois de mais umas voltas volto à casa da minha sogra:
- Ouve, andaram para aqui a falar umas coisas esquisitas que eu não percebi nada. – diz ela assim que me vê entrar, abanando o walkie talkie que lhe deixei.
- Coisas esquisitas? Que coisas?
- Sei lá. Uma língua estranha. Parecia árabe.
- Árabe.... hmmm .... – digo fazendo um ar preocupado – Ouça...quando lhe roubaram a carteira...conseguiu ver o assaltante?
- Não. Já te disse várias vezes que não. Porque raio é que voltas a perguntar-me isso? – diz ela irritada.
- Já viu hoje a televisão? Montes de aviões parados. Ameaças terroristas. – digo-lhe eu mantendo o meu ar de preocupado – Há uns tempos deu uma reportagem em que falavam de terroristas que andavam a assaltar pessoas em Portugal para depois usarem os bilhetes de identidade portugueses e assim poderem passear descansados pela Europa. – acentuei o meu ar preocupado – Algumas das pessoas que foram assaltadas......desapareceram depois, misteriosamente.
A cara da minha sogra ficou como eu gostava de a ver mais vezes: branca de morte.
- Mas não se preocupe. Isto não deve ser nada. – disse, só para acabar a conversa – Bom, agora tenho que sair outra vez. Mas não fique com essa cara, isso não vai explodir (pausa) Acho eu. – e saí.
Quando me lembrei da brincadeira, passados uns longos minutos, voltei a gritar para o Walkie Talkie :
- Akmed Ajlambad Salam (pausa) Muahdjin Jihad Jihad BUUUUMM BUUUUUMM .
Resolvi depois voltar para a casa da minha sogra para ver qual a sua reacção à minha inofensiva brincadeira, mas quando lhe tentei perguntar se tinha gostado, foi impedido pelo estúpido do maqueiro que a transportava para a ambulância.
publicado por Luis às 00:13
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