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Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Qual é coisa, qual é ela....
Sem que a minha opinião pedisse
Ela veio e eu amuei
Lá chegou e eu nada disse
Mas assim que a senti chorei

É uma dor que arde sem se ver
É uma ferida interior que se sente
É algo que me deixa descontente
É dor que desatina e me faz sofrer

Ferve em mim a revolta
é nula a minha paciência
pois o mal que me provoca
Tira-me toda a coerência

Bate forte, fortemente
É tudo menos apática
Será a sogra? ou será gente?
Gente não é certamente.
É a puta da ciática.
publicado por Luis às 10:49
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De Cinderella a 22 de Abril de 2008 às 14:39
Adorei a poesia. descobri o seu blog por acaso e são poucos os que me perder algum tempo pela blogosferadesses poucos, das duas, uma: ou são extraordinariamente bem escritos, ou me fazem rir, ou são de amigos meus...
Este tem a ganhar, porque bem escrito, tem uma dose de humos, é real, sentido e muito apelativo, e... poderia ser de um amigo meu.

Vou voltar!!

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