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Segunda-feira, 9 de Maio de 2005
O fim de semana….(parte 1)
Este fim de semana resolvi ir dar sangue. Porquê? Porque sou um gajo altruísta e consciente dos seus deveres enquanto cidadão. Ok, foi mais porque a minha mulher resolveu ir e falou nisso à frente da nossa filha, a qual me perguntou depois se eu também ia, e pronto…. Coisas de homens.
O meu problema em dar sangue é simples. Tenho horror a agulhas e à visão de muito sangue. A minha mulher, por outro lado, gosta de ser picada (dai ter casado comigo) pelo que é dadora de sangue desde que a conheço. Foi incentivada a isso pela pessoa mais egocêntrica que conheço (tirando este gajo): a minha sogra. A qual, aparentemente, sempre foi dadora de sangue. Porquê? Trata-se de um dos maiores mistérios da minha vida (caso tenham teorias para a solução deste mistério estejam à vontade para as deixar nos comentários. Eu tenho algumas, mas a censura....).
Quando ainda éramos simples amigos, fui com elas (a minha mulher e a minha sogra) ver o que era isso de dar sangue. O objectivo era impressioná-las, mostrando-lhes um gajo preocupado com o problema da falta de sangue. Elas realmente ficaram impressionadas comigo, e em concreto, com a súbita falta de sangue que começou a fazer-se sentir na minha cara, assim que o enfermeiro espeta a agulha na minha mulher e o seu sangue começa a correr para o saco. Ainda tentei sair com a desculpa que precisava de urinar, mas só consegui dizer: “Vou miiiiiiiiiiii….”. Quando acordei estava deitado na maca ao lado da minha mulher e só ouvia risos à minha volta. Sai de lá com o sentimento de ter, mais uma vez, contribuído para que o dia de certas pessoas tivesse sido mais alegre. Mas isso não me fez desistir. Continuei a acompanhá-la e quando deixei de desmaiar, resolvi passar para a etapa seguinte: dar sangue. Foi já em Beja, que tal aconteceu. A coisa até nem correu muito mal e consegui ficar até ao fim (pois só deram que eu tinha desmaiado depois do saco do sangue estar cheio).
No Sábado fomos então para a minha segunda tentativa. Chegamos lá, deram-nos um questionário para as mãos. Vamos ver ao médico e….primeira surpresa. A minha mulher não pôde dar sangue porque esteve (está) com expectoração. Sobro eu, como único representante da família. Entretanto, já a nossa filha está na sala dos dadores, toda contente, a dizer a toda a gente que o pai vem aí para dar sangue. As enfermeiras mostram-lhe tudo e ela vai ficando fascinada com aquilo. Chega a minha vez e lá entro. Nada de especial aconteceu, tirando o facto de ter ficado com os dedos todos ensaguentados, porque não comprimi correctamente a enorme cratera feita pela mangueira que utilizaram para sugar uma quantidade de sangue, que me fez ficar mole para o resto do dia (mas houve compreensão, por parte da minha mulher, por esta moleza????? Pois...).
Bom de qualquer forma, no final da jornada, descobri algumas vantagens altamente egoístas de dar sangue, as quais passam por:
- Ficar deitado durante um quarto de hora, sem que a minha mulher me chame nomes de moluscos. 
- Perder peso instantaneamente, não só pelo meio litro de sangue que se dá, como pela enorme quantidade de água que liberto, devido aos constantes suores frios que me atormentam, durante toda a operação.
- No final temos direito a um manjar de doces e salgados que POSSO comer, enquanto vibro com o olhar altamente reprovador que a minha mulher me manda.
publicado por Luis às 22:29
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