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Quinta-feira, 19 de Maio de 2005
Balelas…..
Mais uma vez fui assediado para que a deixasse escrever neste MEU ESPAÇO E SÓ MEU, ONDE TENHO AS COISAS ARRUMADA À MINHA MANEIRA E NÃO QUERO SABER SE AS CORES NÃO LHE AGRADAM OU SE A ORDEM DOS LINKS PODIA SER OUTRA OU SEI LÁ MAIS O QUÊ. Peço desculpa pelo desabafo.
Vamos a isto.
Termo de responsabilidade- o autor deste blog não se responsabiliza pelas palavras que se seguem, pelo que qualquer comentário menos próprio dirigido à minha pessoa por ter deixado, mais uma vez, ela ter levado a sua avante, será sem apelo nem agravo eliminado, pois há verdades que doiem:

Tenho sido alvo de muitos sentimentos contraditórios, desde os meus tempos de universidade (durante a qual já namorava com o meu marido) por fugir aos parâmetros, considerados normais, para uma mulher/rapariga: da admiração à reprovação passando por algumas manifestações de desprezo. Actualmente não me agradam nenhum destes sentimentos antagónicos. Apetece-me acalmar as revolucionárias e acordar as submissas. Mas aquelas que mais me divertem são as mulheres da suposta elite… Hi Hi Hi! Que grande confusão! Mas o objectivo é sempre o mesmo: “eu sou uma mulher moderna, culta, inteligente, indiferente para fora, sensível por dentro, funcional, mãe perfeita de futuros doutores e engenheiros, etc. …”. É com estas que mais gosto de brincar e, são elas que menos me apreciam (não sabem muito bem a que categoria eu pertenço…). Adoro observar a cara de indignadas delas, aos ouvirem a resposta a uma pergunta muito comum: “Nem penses! Lá em casa, ele não me ajuda! Só faltava essa!” Deixo passar um tempinho ... e depois … quando elas já aceitaram a minha “condição feminina”, eu continuo … “Nós pura e simplesmente dividimos todas as tarefas!”
Durante a gravidez, receie alterações nos nossos hábitos domésticos … quue meedooo! Fui aí informada, que, quando o bebé nascesse, eu não ia deixar que o meu marido me ajudasse!
- Brincalhona…! Simmm eu seiii! Ninguém ajuda ninguém, simplesmente dividimos as tarefas suplementares, inerentes à presença do novo membro familiar!
- Isto dizes tu agora, depois tu vais mudar! Nem vais estar muito confiante, quando ele pegar na criança!
Aquilo soou-me premonição e, assumo fiquei desconfiada! Será?!
Mais valia que me tivessem preparado para a minha falta de jeito inicial, para a depressão pós parto, para a minha embirrisse durante os 4 meses de licença, por não suportar ficar tanto tempo em casa! O resto?? TUDO BALELAS!
Podemos ver e vida com tons diferentes, mas isto não implicar que não saibamos utilizar o pincel e a palete das cores quando criamos o nosso dia a dia.
Estou-me nas tintas para os tabus sociais, criados e alimentados pelas fêmeas ou machos! Tento simplesmente seguir os meus instintos, sem me preocupar se o alvo tem um pénis ou uma vagina, se é idoso ou criança; se tenho de o chamar doutor ou mestre carpinteiro e se é pobre ou rico de espírito. Só há uma coisa que consegue melindrar a minha paz: a cretinice, quantas vezes resultado de frustrações sexuais!
Sou simplesmente uma fêmea racional.
Escrito pelo outro lado.
publicado por Luis às 00:14
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