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Terça-feira, 5 de Julho de 2005
Ser homem nos dias de hoje (parte 1/2)....

Bom, minha cara pluma, como homem moderno que sou, estou disposto a esclarecer-te sobre as tuas legitimas dúvidas que estão aqui representadas:


"Definições de prioridades / De acordo com as suas próprias. Se nos esquecemos de pagar alguma conta, não definimos prioridades. Se eles se esqueceram (nos 3 últimos anos) de pendurar «um quadro», não é uma questão de prioridades mas sim de falta de tempo;"
1- O exemplo de prioridade que deste foi mal escolhido, pois essa desculpa para não pendurar o quadro deve-se apenas a sabermos que passado umas semanas...no máximo meses...lá temos que fazer outro buraco e tapar aquele porque afinal o quadro não ficava bem ali. Como não gostamos de ver a casa tipo queijo suiço e não queremos (podemos) dizer isto directamente (represálias sexuais) inventamos a falta de tempo.


 "A importância das poupanças / Realçada apenas quando queremos mais um par de sapatos, ou uma blusa gira. Das poupanças devemos excluir: o carro que eles viram, os pneus fabulosos para o jipe, a aparelhagem de som, o telemóvel, a maquina fotográfica, a mota…;"
2- Mais uma falácia, pois aqui o problema é a falta de jeito das mulheres para a matemática. Enquanto o gasto em roupa e respectivos acessórios é distribuido de uma forma uniforme (com picos no inicio de estação) pelo ano. Nós compramos as nossas coisas de uma só vez, dando a ideia de que gastamos mais do que elas. Pelas minhas contas e tomando como exemplo a compra de um carro, cheguei à conclusão que se quiser gastar o mesmo que ela, posso comprar um carro topo de gama de três em três anos e ainda me sobra o suficiente para um par de cuecas e de meias (aquilo que os homens mais gastam em termos de vestuário).


"A organização / Aqui não deveremos considerar as meias que eles deixaram no chão do quarto, as cuecas no chão da casa-de-banho e está claro os sapatos na sala. Apenas a «porcaria» da revista de automóvel que eles não sabem onde colocaram e que desapareceu;"
3- Porque razão as mulheres podem deixar papelinhos espalhados pela casa para se lembrarem de algo e nós não podemos deixar o que temos mais à mão? Não há aqui alguma descriminação? Por causa disso, uma vez arrumou-me umas cuecas que estavam estrategicamente colocadas no chão e eu falhei uma consulta no dentista.


"A responsabilização na educação das crianças/ Tudo o que elas tem de bom saiem a eles. De mau, bom, de mau é culpa nossa e da nossa mãe (sogra deles);"
4- Sobre isso, não tenho nada a acrescentar. Os factos científicos e concretamente a genética, são bastante esclarecedores.


"A importância da comida saudável / Sempre que somos nós a cozinhar. Quando calha a eles vamos ao MCDonald´s ( uma vez por outra não faz mal dizem eles);"
5- Aqui é uma questão de interpretação sobre o que é comida saudável. Será comida saudável aquela que nos limpa os intestinos como se nos tivéssemos a preparar para uma colonoscopia? Será comida saudável a que nos provoca excesso de metano e um consequente mal estar por estarmos sempre a pedir desculpas pelo mau-cheiro que nos envolve? Obviamente que isto não quer dizer que a fast-food é saudável. Agora grelhados de porco preto, feijoada, gaspacho com peixe frito, etc.. Isso sim é que é comida saudável.


"O enaltecimento das qualidades da sua família / Dos cozinhados das mães deles em desfavorecimento do nosso;"
6- Mais uma vez não me prenuncio sobre factos cientificamente provados.


"A importância das conversas familiares/ Se estiver a dar futebol falamos outro dia."
7- Mais uma vez uma desculpa para nos safarmos de represálias. Aqui a questão não se prende com as razões pelas quais não gostamos de conversar. Trata-se de algo mais simples: Nós, pura e simplesmente, não fomos feitos para conversar, pelo que nos sentimos incomodados quando o temos que fazer. Para nós, só a forma como arrotamos já é conversa suficiente para mostrar as nossas emoções. Assim, damos a entender que somos fanáticos pelo futebol e que quando está a dar futebol não podemos conversar. No entanto eu prefiro outra técnica bem mais eficaz e que não depende da temporada futebolística: A Televisão ligada. Basta ela vir com uma conversa, qualquer para eu dizer (de uma forma extremamente meiga, diga-se de passagem): “Agora não amor, estou a ver o ritual de acasalamento da borboleta lilás das Ilhas Maurícias.” Ou então: “Já reparaste como estas gajas do CSI nunca se constipam mesmo com uns decotes daqueles?” Esta última dá direito a represálias, mas só é usada quando ela inicia uma conversa sem me perguntar se eu a quero ouvir.

publicado por Luis às 20:28
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