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Sábado, 9 de Julho de 2005
Discussões...
Todos os casais normais têm que discutir, é algo de normal dentro de qualquer tipo de relação: os pais discutem com os filhos, os avós com os netos, os tios com os sobrinhos, o João Jardim discute com todos, etc.. Pelo que não entendo quando um casal se gaba de nunca discutir. Bom, eu até entendo que isso aconteça durante o estado de graça da relação. No meu caso, lembro-me nitidamente de ela me pedir para eu lhe apontar os seus defeitos e de eu lhe dizer, enquanto me babava a olhar para o seu peito, que só conseguia encontrar nela virtudes. Reparem como hoje este blog vive e se alimenta quase em exclusivo de todos os seus, bem evidentes, defeitos. Agora, se uma relação já dura à mais de um ano e não há discussões….acabo sempre por perguntar qual deles leva porrada do outro, o que dá logo direito a um pontapé da minha mulher, e a uma seca sobre regras de socialização. Porra, se dois seres humanos (repararam no politicamente correcto?) vivem juntos e não discutem (após passar o estado de graça, ou seja, após as primeiras 10 relações sexuais, ou até uma das sogra os visitar, o que acontecer primeiro) é porque um é subjugado pelo outro, psicologicamente e/ou fisicamente. Uma relação (inicio do momento poético) é para ser levada como se de um barco se tratasse, se andam os dois acomodados à mesma, o barco anda à deriva, pelas ondas da vida, mas também não pode ser sempre o mesmo ao leme, pois aí temos a total perca de individualidade do outro e o “casal” passa a ser apenas um individuo formado por duas pessoas. No entanto, também não é saudável termos discussões constantes, porque aí começamos por deixar o barco à deriva, enquanto lutamos e depois, com o calor da luta corremos o risco de destruir o próprio barco. E também porque o número de relações sexuais diminui drasticamente (fim do momento poético).
Tudo isto para dizer que é normal os casais discutirem, chatearem-se, terem ocasiões em que não podem um com o outro, pois tudo isso, visto de uma forma saudável, ajuda o casal a fazer as devidas adaptações, de forma a que um não sinta a sua individualidade posta em causa pelo outro. Obviamente que isto também implica cedências de parte a parte, compreender e aceitar as razões do outro, fazer um esforço para se colocar no seu lugar, não fazer finca-pé de uma determinada situação, mas antes pelo contrário, tentar arranjar situações de compromisso. Lembrando-se sempre que, quando uma discussão termina de uma forma saudável, a relação subiu mais um nível e os alicerces da mesma e o amor que deu origem a tudo, saiu fortificado. E é claro, uma discussão só termina oficialmente, depois do sexo apaziguador.
Assim não entendo porque razão ela faz finca pé no que diz respeito a LEVAR CONNOSCO A MINHA SOGRA NA SEMANA EM QUE VAMOS PARA A PRAIA. É ASSIM QUE ELA QUER QUE A NOSSA RELAÇÃO EVOLUA? QUERO LÁ SABER SE É A PRENDA DE ANOS DELA. QUERO LÁ SABER SE É “SӔ UMA SEMANA. PORQUE RAIO NÃO SE LIMITOU A LHE COMPRAR UMAS CUECAS, OU ENTÃO, E COMO SOLUÇÃO DE COMPROMISSO, UMA VIAGEM TURÍSTICA À ANTIGA MESOPOTÂMIA? É ESTE O SEU CONCEITO DE FÉRIAS PARA DIMINUIR O STRESS PROVOCADO POR UM ANO DE TRABALHO?
E pronto, voltarei numa próxima ocasião com um assunto que a todos certamente irá interessar: Como fazer a sua sogra desaparecer até ao fim do mês e sem que a policia desconfie de si.
publicado por Luis às 09:15
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