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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2005
Curtas das férias.....
- O que é que tu tens? Porquê essa tristeza?- pergunto-lhe eu.
- Nada.
- Bom….diz lá o que se passa. Para estares com essa cara…..
- Já te disse que não tenho nada. Deixa-me sossegada.
- Ui….Para estares assim foi algo que eu fiz. O que foi que o monstro insensível fez desta vez? Esqueceu-se de te dar um beijo ontem à noite? Ou não disse as palavras certas ao pequeno-almoço?
- Hoje fazemos anos de casados.
- ……. Vês como é bom partilhares as coisas comigo? Aposto que ficaste mais leve. Agora já podemos ficar os dois tristes com esse facto.
Conselho a reter: Nunca mais tentar disfarçar esquecimentos de datas com humor.


- Pai, porque é que há tantos incêndios?
- Porque ainda não começou o futebol?
- Porquê?
- Porque quando o futebol começar, todos se vão esquecer do que é preciso fazer para evitar incêndios e cuidar da nossa floresta como deve ser. Os noticiários vão abrir com jogos de futebol e ninguém se vai lembrar mais dos mortos, das casas e vidas que foram destruídas. Depois quando o futebol acabar vão-se lembrar que nada foi feito e que as florestas continuam com espécies que cheiram bem quando ardem, como o pinheiro e o eucalipto.
- É verdade, pai? - diz-me meio desconfiada com a história.
- Não filha, o pai estava a brincar. As pessoas não se vão esquecer. Não te preocupes. - respondi eu preferindo mantê-la no mundo da ilusão por mais uns tempos, afinal a moça ainda acredita em fadas e que o pai tem sempre as respostas certas para todas as suas perguntas.


Como se tornar o herói do sogro fazendo-o feliz ao mesmo tempo:
Toca o telefone em casa do meu sogro estando apenas eu e ele presentes em casa.
- Sim? – digo atendendo o mesmo.
- Esta é uma chamada automática para o informar que tem mensagens no seu voice-mail. – responde uma voz “mecânica”.
- Quero lá saber se você está aflita. Se se esqueceu do telemóvel cá em casa, não sou eu que lhe vou mexer para ver o número de telefone de sei lá quem. Você tem que se habituar a não fazer dos outros seus criados.
- …..prima 2. Para ouvir as….
- Não. O seu marido não está aqui e mesmo que estivesse eu não o chamava porque estou farto de o ver sofrer nas suas mãos. Você não tem vergonha de fazer do seu homem um criado para todos os seus caprichos? Como é que você consegue ter esse poder todo sobre ele? Deve de o ameaçar que o pisa, pois com o seu peso actual e com as perspectivas futuras……
- …para alterar a sua mensagem de…
- Não fale assim comigo sua gorda mal feita. Você tem é sorte porque, por respeito à sua filha e ao seu marido, eu não a mando à merda agora ao telefone. Porque vontade não me falta, agora e em muitas outras situações em que estou com eles, e a ouço dizer coisas que provam que a estupidez humana não tem limites. E agora se me dá licença, tenho mais que fazer, pois estão a dar anúncios na TV.- digo desligando o telefone.
Nunca vi o meu sogro assim. Só passados largos minutos conseguiu pronunciar algo que se assemelhou a: “Onde é que tu vais buscar coragem para lhe dizer essas coisas?” Ao que eu respondi: “Já são muitos anos a praticar com a sua filha.”
No jantar achou estranho ela não dizer nada sobre o telefonema, mas deve ter pensado que a minha sogra já aprendeu que comigo é melhor não se meter.
publicado por Luis às 17:16
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