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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2005
Acupunctura......
- Vai lá experimentar. - insiste ela.
- Não quero. – respondo eu.
- Vá, deixa de ser maricas.
- Já te disse que não vou. Não gosto de agulhas.
- Viste o que fez por mim? Fiquei bem melhor das varizes.
- Então porque é que ainda usas a #$%# da almofada debaixo dos pés todas as noites?
- Só para te chatear.
- Pois…Deixa-me estar sossegado. Não vou e em mim mando eu.
- Queres apostar como vais?
- Sim sim….Está bem. Deixa-me dormir. – digo eu voltando-me para o outro lado.
- FILHA, O PAI QUER PASSAR A MANHÃ A BRINCAR CONTIGO ÁS BARBIES E A FAZER PINTURAS NA CARA.
- IIIIIIIIIIIIAAAAAAAAA. BOA PAI. VOU JÁ BUSCAR O MEU ESTOJO DE MAQUILHAGEM - grita a nossa filha enquanto corre em direcção ao quarto dos brinquedos.
- A consulta é daqui a meia hora – diz-me a minha mulher enquanto eu me visto rapidamente para sair de casa.
E assim começou o meu fim-de-semana.
Lá fui eu então, para a minha primeira consulta de medicinas alternativas, neste caso de medicina chinesa. A consulta em si não foi nada de especial. O médico (sim, é mesmo médico de clínica geral) tentou-me acalmar relativamente à acupunctura, até porque, segundo as suas palavras, o tratamento funciona melhor se o paciente estiver calmo e relaxado. De seguida mandou-me entrar na sala ao lado, onde a colega dele me iria fazer o primeiro tratamento. Ao entrar reparo que se trata de um consultório de dentista…..que melhor sítio para um gajo se sentir calmo e relaxado. Deito-me na pequena cama improvisada e espero, evitando olhar para a cadeira de dentista e respectivos acessórios de tortura, ou seja, passo o tempo a olhar para a parede. Entra então a médica, agarra na minha ficha e após ler o que lá estava escrito, pergunta-me:
- Só tem 37 anos e tem isto tudo?
OK, depois disto pensei que o próximo momento de descontracção e relaxamento, implicaria o uso de um martelo para colocar as agulhas. Mas não, o que me deixou bastante relaxado.
Bom, passado 20 minutos com as agulhas colocadas, entra a auxiliar para as tirar. Começa a contar. “1…2…3…4…………..16….17….18…….18……18…. Quantas agulhas é que a doutora lhe pôs?”
Começo a ficar preocupado.
- Sei lá. Isso não devia ser da vossa obrigação? Quantas faltam?
- Bom….normalmente são vinte, pelo que faltam duas. – responde-me meio atrapalhada.
- Espero que tenham detectores de metais. – digo eu meio em pânico.
- Claro que sim. Trata-se de um bocado de madeira que usamos para dar pequenas pancadas no corpo das pessoas, quando elas gritam, descobrimos a agulha. – diz-me ela enquanto me mostra as duas agulhas que faltavam.
Conclusão: saí de lá “relaxadíssimo” e com a sensação que, as tais duas agulhas que me mostrou, tirou-as ela da caixa sem que eu visse, pelo que passei o resto do fim de semana com muito cuidado sempre que me vestia/despia, andava, ou me sentava/deitava, e a chatear a família para irmos até um aeroporto, vermos como funciona o tal detector de metais e/ou o sistema de raio x.
publicado por Luis às 12:36
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