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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006
Direito de resposta.....

Bom…..conseguiram irritá-la, pelo que o espaço que se segue é da exclusiva responsabilidade da minha esposa, ou como eu ultimamente (e carinhosamente) lhe chamo: MISS HORMONAS.


1º Dia sem curso:
Acabou-se o famoso curso, que anda a dar cabo da criatividade do meu casadinho. É certo que ambos aprendemos imenso durante estas semanas. Eu aumentei os meus conhecimentos em aplicações informáticas, ele aumentou o reconhecimento por quem executa aquelas tarefas da lida de casa, que dão menos visibilidade, quando chega o momento de avaliar quem mais faz nesta casa.
É certo e sabido que com tantos desencontros físicos, as hormonas andavam aos saltos quando não estávamos perto e eclipsavam-se quando começávamos a falar da rotina do dia a dia. Ideal seria se ele me esperasse em casa (sem estar vestido com aquele pijama horrível à avozinho) com um copo cheio dum néctar qualquer (desde que não tivesse álcool para que o senhor sensível conseguisse suportar o acto de me beijar), ao som de uma boa musiquinha para me fazer rodopiar na sala. Rapidinhas..pfff! Para mim o sexo é o acto religioso, onde nós somos mais coerente com os nosso âmago de animal das cavernas, onde só é premiado quem conseguiu quebrar o “verniz civilizóíde”... . Com isto não quero aqui formar uma rebelião contras as rapidinhas (até porque para as meninas bem comportadinhas deve ser melhor aceitar a imposição de uma rapidinha a uma longuinha!) Mas sim assumir que: em 1º estamos nós, em 2º estamos nós, em 3º...... Só assim é que podemos garantir que eles nos contemplam e ficam intrigado, em vez de simplesmente ficarem aliviados e apaziguados. Meninas, muitas vezes ao sermos egoístas estamos a DAR!
Quantos às escapadelas para ir “comer fora”, nunca receie algo que é natural! Os nossos genes não conhecem nenhuma religião nem código civil, o que está escrito está escrito. Qui çá se vamos acabar com este belo exemplar com quem continuamos a aprender tanto? Eles podem sempre descobrir uma “sex bomb” melhor do que nós, e vice-versa! Até lá temos mais é que dar asas à nossa criatividade em pensamentos, sonhos (“ir para fora cá dentro”) e (em último caso) acções.
Escrito pelo Outro Lado


Só um pequeno comentário: repararam na parte do “belo exemplar”?

publicado por Luis às 17:02
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