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Segunda-feira, 3 de Abril de 2006
Perdidos (parte 1).....
Uma prova de orientação, à partida, deveria ser algo para ser levado a sério, pelo menos é essa a minha convicção, não partilhada pela parte feminina da minha equipa. Para elas, uma prova de orientação é apenas um teste à capacidade dos seus companheiros, para as aturarem.
Estão mais do que provadas cientificamente, as fracas capacidades das mulheres, para se orientarem no espaço. No caso da minha mulher, posso dizer, com algum orgulho, que a mesma tem a capacidade de orientação de um pombo de correio morto, e já num estado avançado de decomposição (para que não restem dúvidas). Tem a capacidade de se perder numa linha recta (não posso ser mais específico, devido a, e passo a citar: “ATREVE-TE” fim de citação).
Mas vamos à prova. Tudo começou após mais uma sessão de acupunctura (para os preocupados com a minha saúde, posso vos dizer que, infelizmente, os tratamentos passaram de semanais a quinzenais, pelo que são menos 20 minutos que passo deitado, por quinzena). Chego a casa e já lá está toda a equipa, composta por: a minha mulher, uma amiga, uma amiga da amiga e o namorado da amiga. Fiquei logo com a sensação que a coisa não iria correr bem ao ver a quantidade de comida armazenada em várias arcas térmicas. Pergunto, ingenuamente, se tínhamos ficado encarregue de alimentar algum rancho folclórico (cheguei a pensar que se tratava de comida para subornar todos os membros do júri da prova e toda a respectiva Federação Portuguesa de Orientação, mas depois reparei que entre a comida estavam restos de uma quiche vegetariana, feita pela minha mulher, pelo que….) A minha mulher respondeu-me de uma forma que considerei imprópria e que demonstrou uma certa falta de respeito pelo, autoproclamado chefe da equipa, ou seja, pela minha humilde pessoa.
Partimos em direcção a Évora, onde se ia realizar a prova. Chegámos, já atrasados, pelo que a organização nos deu apenas 10 minutos para comer. Esse tempo foi aproveitado, pelas mulheres da equipa, para escolher criteriosamente, o melhor sítio para estenderem a toalha e colocarem sobre a mesma TODO o repasto que tinham preparado, pelo que após 20 minutos estávamos prontos para comer e passado meia hora, prontos para partir, o que aconteceu após subornarmos quem estava a controlar as partidas (e não, não foi com uma fatia da quiche vegetariana).
publicado por Luis às 13:50
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1 comentário:
De Anónimo a 4 de Abril de 2006 às 23:52
Mal agradecido! Se elas não levassem comida eram acusadas de negligência...

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