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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2004
Estadia 4……
Fomos passar uns dias à côte d’azur (ou qualquer coisa parecida com isso) que parece o nosso Algarve: Trânsito, filas, montanhas de gente, praias cheias, calor, preços de doidos, etc., ou seja, tudo aquilo que eu adoro ver ao longe, de preferência na televisão. Felizmente só fui enganado uma vez, quando ela me convenceu a ir um dia à praia a Cannes. Porra, eu sou um gajo simples, uma banheira cheia de água chega-me para passar umas horas tranquilo, não preciso de me deslocar para um sítio cheio de pessoas que gostam de mostrar as suas mariquices da moda e onde um gajo, na praia, nem espaço tem para libertar os malditos gazes (os quais me afectam desde que sou “obrigado” a comer saladas no inicio de todas as malditas refeições que por aqui como). Conseguia liberta-los em silêncio, mas o espaço entre as pessoas era tão pequeno que tínhamos praticamente o cu em cima dos narizes uns dos outros. Felizmente, passados uns minutos a zona em meu redor ficou um pouco mais liberta e pude finalmente estender a toalha e deitar-me. A partir desse dia decidi limitar-me ao nosso alojamento, onde por perto tinha uma piscina e espaço suficiente para me deitar sem ter que obrigar os outros a aturarem os efeitos da minha alimentação francesa.
Mas os dias não foram todos passados na piscina, houve um dia em que resolvemos ir andar de parapente, subimos a uma montanha, pusemos todas as tretas necessárias e lá fomos para mais uma experiência radical (a minha próxima experiência radical será quando receber o extracto do cartão visa no final do mês). O voo correu espectacularmente bem, com um único senão, o francês que me levava tinha um sotaque manhoso e eu, educado como fui a falar apenas o francês fino, tive alguns problemas de comunicação com ele, principalmente na descolagem onde ele gritava “LAGE LE FILLES…LAGE LE FILLES….ON VAIT TOMBE…..O MAMAN” Só percebi o que ele queria quando me deu um pontapé e eu tive que largar os fios do parapente para me agarrar de dor à perna. Pouco antes de aterrarmos diz-me ele “Maintenant dans la aterrisage tu te met de bu.” E eu fiz sinal que estava tudo percebido. Assim, não entendi a histeria do homem quando após ter caído de cu, me deixei ficar sossegado sentado no chão. Aparentemente, a minha mulher explicou-me depois, que no dialecto dele, “de bu” não é a mesma coisa que de cu, mas também não era caso para pôr logo a seguir uma placa à entrada do seu gabinete que dizia “Obligatoire de savoir bien parler Francais”. Chauvinistas.
publicado por Luis às 21:29
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1 comentário:
De Vera a 18 de Outubro de 2007 às 22:10
Gostava muito de experimentar parapente... mas vou assegurar-me de que o acompanhante é bem português! :) hilariante!!

Parabéns mais uma vez!

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