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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2004
Os seus exageros.....
Porque raio é que as mulheres vivem as coisas com tanta intensidade? Porra, basta uma pequena coisa para partir logo para o exagero: “Se não gostas do que eu vesti porque raio não me disseste isso antes de sairmos?” grita ela, só porque eu perguntei se por acaso o vestido que ela tinha não era da mãe dela. “Porque sempre que saímos passo mais tempo a olhar para o relógio do que para ti.” Respondo eu sem qualquer malícia. Pronto. Começa. E eu sou assim e sou mais isto e mais aquilo e nunca estou contente e mais uma data de coisas que não posso aqui colocar, não devido à linguagem, mas porque entretanto deixo de a ouvir (principalmente quando ela começa com os seus exageros e desata a falar sobre que assim não pode ser e não tem paciência e sei lá mais o quê). Porra, eu tenho que ter paciência para os seus constantes jogos de escondidas com as MINHAS coisas na NOSSA casa. Não posso deixar nada fora do seu sítio, nem que seja para me recordar de algo importante, que desaparece logo. Ela, por sua vez, pode deixar, no chão do nosso quarto, os seus óculos com o objectivo de não se esquecer de uma mariquice qualquer que tem que fazer logo de manhã. E depois zanga se comigo porque eu sou um parvo e sou mais uma carrada de nomes feios porque tive a triste ideia de ir mijar a meio da noite sem acender a luz (para a não acordar) pisei a merda dos óculos e gritei uma série de nomes feios porque (por óbvia estupidez minha) tive a infeliz ideia de ir descalço e fiquei com bocados das lentes a enfeitarem-me a sola do pé. Mas qual era a preocupação dela? Era comigo? Não. Bem podia morrer ali a jorrar sangue do meu pobre pé. Obviamente a culpa era minha, porque eu sabia perfeitamente que estavam ali os óculos, pois antes de nos deitarmos ela disse-me isso, mas como eu tenho um gosto mórbido em me auto mutilar (por isso casei com ela) e em gostar de a ver a gritar comigo, pisei de propósito os seus queridos óculos. “E um papel não chegava?” pergunto eu enquanto tento estancar a forte hemorragia. “Cala-te, deixa de ser maricas e não me sujes o chão de sangue que já fizeste asneiras que chegue por hoje.” Responde-me ela enquanto eu estrebucho no chão com as dores. “Vocês são tão maricas. Deviam de parir para ver o que eram dores.” Continua ela. Como se eu estivesse a fazer de propósito para lhe aumentar o sentimento de culpa…..humm…..
Continuando. Outros exageros que lhe dão quando discutimos, é dizer que não tem medo de mim (felizmente agora já diz isso menos). MEDO DE MIM. Quando ela diz isso fico fodido de todo. Mas eu sou algum cobarde para abusar da minha superioridade física para forçar as minhas razões. Ok, estou um pouco mais gordo do que quando casei, mas acho-me mais bonacheirão do que ameaçador (as únicas ameaças que lhe faço são de índole sexual e essas são – quase - sempre bem-vindas). Quem grita é ela, a mim faz-me impressão a gritaria e a violência, aliás não lido bem com isso. Quando ela vê alguma reportagem sobre violência doméstica, faz questão de dizer “Ainda gostava que fosse comigo, havia de ser bonito.” “Qualquer dia vamos a um país muçulmano, daqueles mais fundamentalista” Que porra, esta componente feminista é fodida, porque raio ela não canaliza esta raiva para outros sítios, se ela acha que as mulheres são mal tratadas (nem ponho isso em causa) ofereça se como voluntária numa associação de apoio às vítimas. Crie um grupo de vigilantes que ande nas ruas à procura de homens que batam nas mulheres, cortem-lhes os tomates, por mim até é capaz de ser pouco, mas porra, deixe-me em paz com essas conversas parvas e mais o “Não tenho medo de ti.” Outra pancada que lhe dá nesses seus feminismos é quando, nessas reportagens que vê sobre os países muçulmanos fundamentalistas (como a que deu hoje no Odisseia) onde as mulheres são tratadas abaixo de cão, sai-se com esta: “As mulheres deviam-se unir e deixar de ter sexo com os homens até que eles nos respeitassem. (como se ela também não precisasse) ” Porra, mas que culpa tenho eu disso e principalmente, porque raio é que eu, nessas noites, de tão irritada que fica, tenho que pagar por esses cabrões todos?
publicado por Luis às 23:07
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