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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2004
Violência doméstica.......
Como por várias vezes já para aqui falei, acho que homens que batem a mulheres deveriam ser capados. Só aceito situações dessas num único caso, no qual está bem documentado que quem sofre é o marido. Estou, obviamente, a falar do meu sogro, mas se o coitado se atrevesse morria, seria uma luta muito semelhante à de um hipopótamo(a) com um chimpanzé com problemas de nutrição.
De qualquer forma venho aqui penitenciar-me por (por duas vezes) ter partido o nariz à minha mulher. Porquê? Por simples acidentes, mas garanto-vos que ainda hoje estou a pagar por isso, ou julgam que os seus cozinhados não têm segundas intenções. Passo então explicar: Na primeira vez, estávamos sozinhos em casa dos pais dela, e estávamos a preparar algo para comermos, se bem me lembro, depois de nos termos comido um ao outro. Estávamos a pôr a mesa e eu estava a mostrar-lhe como era bom a fazer malabarismo com três copos. Foi então que ela disse para eu me deixar de exibir e que lhe desse um copo para ela pôr na mesa. Assim fiz e enviei-lhe um copo que foi parar no seu nariz, mas que ainda consegui salvar de se partir no chão no que foi uma proeza digna de James Bond, infelizmente ninguém assistiu, pois a única que o poderia fazer estava agarrada ao nariz e a contorcer-se com dores. Resultado, um inchaço que durou semanas e um complexo de culpa da minha parte que durou meses (e que ela adorou, nunca recebeu tantas prendas).
A segunda vez foi numa véspera de Natal, em que ia sendo trucidado pela minha família. Vínhamos agarradinhos na rua em direcção à minha casa. Ela na altura, tinha a mania de andar sempre com um bocado de papel enrolado na mão, nunca percebi muito bem aquela mania, mas naquele dia resolvi implicar com ela e toca de lhe sacar o papel. Começamos a correr e a brincar com o papel e eu mando-o ao ar e preparo-me para lhe dar um chuto. Ela por sua vez, corre com as mãos abertas, e a olhar para o papel que entretanto já vinha a cair. Estávamos os dois tão concentrados no raio do papel e de repente PUMBA.... (eis a razão pela qual eu nunca fui um grande jogador de bola). Resultado, acabou-se o papel nas mãos, a minha família ia-me dando uma carga de porrada e eu, mais uma vez, desfiz-me em desculpas durante larguíssimos meses. Ainda hoje, de vez em quando, quando me quer chatear, ou seja, todos os dias, ela me recorda que tem o nariz torto por causa de mim. Acho que ela nunca quis ir ao Hospital para ter sempre essa arma na mão.
De qualquer forma, eis porque razão recordei estes horríveis acidentes:
Hoje, quando acordei, vi que tinha uma mulher estranha ao meu lado. Não é que isso pudesse ser assim muito mau, mas depois reparei que afinal era a mesma de sempre só que só tinha um olho aberto, o outro estava completamente fechado por uma massa de pele. Assustei-me e fiz o sinal de cruz para que aquilo se afastasse de mim. Resultado: Fomos os dois para o posto médico, ela com o olho inchado por causa de uma picada de um bicho e eu com o olho negro por causa do fraco sentido de humor com que ela acordou esta manhã.
publicado por Luis às 22:21
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