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Sábado, 20 de Novembro de 2004
É tarde.....
É tarde, ela está cansada e eu estou a levar seca. “bla bla bla tu bla bla bla cama bla bla bla eu bla bla bla cama bla bla cansada” Pelo que eu percebi, esta noite ela quer que seja eu a tomar a iniciativa na cama. Mas se assim é, porque raio é que ela me olha de lado e quer o telecomando da televisão? Talvez o bla bla bla quisesse dizer outra coisa qualquer, mas pelo sim pelo não, hei-de tentar a minha sorte.
Bom, finalmente a noite acabou. Eu bem lhe disse para comprarmos os bolos congelados no hiper, mas ela com as suas manias insistiu em fazer as suas mal afamadas tartes. Depois sobra sempre para mim. Porra, hoje fui explorado. Tive que pôr a mesa sozinho, fazer o jantar e arrumar a loiça na máquina, enquanto ela andava a sujar a cozinha a fazer algo que só alguns ingénuos vão comer e que depois vai ficar a apodrecer até que alguém se lembre de o despejar para a compostagem. Assim, tive o trabalho de aquecer umas salsichas no micro ondas, fazer um esparguete e juntar uns brócolos a isto tudo, porque ela, sem o raio da “verdura” não come nada. Mas pronto, como sou um marido compreensivo e sempre disposto a apoiá-la, ainda, depois de todo o trabalho que tive, fui ajudá-la, uma vez que ela o pediu tão delicadamente: “LEVANTA O CU DO SOFÁ E VEM-ME JÁ AJUDAR A FAZER OS DOCES PORQUE A FILHA TAMBÉM É TUA.” Com estas palavras como podia resistir? Ainda lhe respondi que a minha parte já estava feita, pois, ao contrário dela, comprei uma fabulosa tarte de maçã congelada, mas isso apenas resultou no famoso fado que elas tanto gostam de apregoar nestes momentos e que tem a ver com o facto de nós homens, sermos uns seres insensíveis e outros tantos nomes, que a minha filha nunca ouve porque está sempre deitada. Sim, porque quando sou eu a dizer asneiras, salto logo para o quadro do não gostei, mas quando é a minha mulher, a nossa filha nunca está presente (isso prova alguma coisa, mas agora não me apetece pensar nisso). Todas as noites é o mesmo, vou sempre parar ao maldito quadro do não gostei: “Não gostei que o pai tivesse dito meda.” “Não gostei que o pai tivesse dito que eu disse meda” “Não gostei que o pai gozasse comigo por eu não saber dizel meda” “Não gostei que o pai tivesse dito que eu nunca ia conseguil dizel meda.” “Não gostei do pai ter perguntado à mãe: QUEM TEVE A INFELIZ IDEIA DA MERDA DO QUADRO DO NÃO GOSTEI?” Esta última foi a minha mulher que fez questão de escrever.
Bom, mas continuando. Lá me levantei do sofá e perguntei-lhe o que ela queria que eu fizesse dando-lhe, ao mesmo tempo, uma colher de pau só para o caso de ela me querer castigar. Ensinou-me a fazer gelatina, o que afinal é fácil, pois é só ferver água e pôr para lá uns pós. Fiquei com a estranha sensação que a gelatina e a minha tarte de maçã vão ser os doces que, amanhã, mais sucesso vão ter, mas isso são apenas suposições baseadas na minha experiência de vida com ela.
Bom, por agora chega porque ela já foi para a cama e tenho a certeza que está à espera que eu lá vá ter com ela.
publicado por Luis às 00:32
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