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Domingo, 21 de Novembro de 2004
A festa.....
Para entreter, perto de 20 crianças, sozinhos (sim, porque os pais deixaram-nos aqui e foram-se embora todos contentes com um sorriso nos lábios e umas risadas esquisitas…) temos que ser criativos, pelo menos é a minha opinião, aparentemente não partilhada pela minha mulher. Qual é o problema de ir informando os putos, à medida que iam chegando, que estavam a entrar na casa da bruxa má e do lobo mau? Mais, que culpa tenho eu que haja putos com a imaginação demasiado estimulada com filmes e que por isso, tenham querido ir logo embora? Afinal, até não estava muito longe da verdade, tínhamos cá a minha sogra e eu estava-me a sentir mal disposto pelo facto de me ter deitado demasiado tarde na noite anterior.
Bom, mas tirando este pormenor, a festa até correu bem. Isso é a forma positiva de ver as coisas, pois (para além da casa ter ficado um caos depois de todas as crianças terem saído) durante a festa, tive que: encontrar formas de entreter a criançada; tentar separar a minha mãe e a minha sogra, que estavam constantemente com discussões sobre a nossa filha e sobre os doces que cada uma tinha feito (andavam as duas a ver quem comia mais dos seus respectivos bolos); e para além disso, tentar evitar que elas ouvissem o riso dos seus maridos, os quais, em vez de estarem a ver a televisão como deveriam e seria normal, estavam entretidos, cada um deles com o seu copo de whisky na mão, a rir desalmadamente e a fazerem apostas sobre qual das duas iria ganhar cada uma das disputas. Como se tudo isso não fosse suficiente, ainda tive que lidar com penetras. Pois. O puto que tem a mania de dar palmadas ao meu carro, só porque gosta de ouvir o alarme, resolveu entrar à socapa para tirar a barriga de misérias. De inicio até não me importei muito, mas quando ele começou a gabar a todos um doce da minha sogra, tive que o mandar sair. Porra, por causa dele, perdi uma aposta com o meu sogro relativamente ao sucesso que esse doce iria ter (espero que todos os que o comeram tenham tido uma valente diarreia). Mas também me vinguei hoje, quando disse à nossa filha para ir com o mealheiro novo pedir notas ao avô, e só descansar quando ele lhe tivesse dado 5 (acho que ele desconfiou, mas como era para a neta…)
Bom, mas falando de outras coisas que aconteceram na festa. Dei show com o meu famoso truque da moeda (o qual só funciona para audiências de idade inferior a 5 anos) nesse truque, uma simples moeda desaparece das minhas mãos e aparece nos mais variados sítios, que vão desde as orelhas, passando pelos narizes cabelos e bolsos (quem quiser explicações pormenorizadas, no sentido de recuperar confianças perdidas de sobrinhos - pombo, esta é para ti - ou contratar os meus serviços de homem espectáculo, mande-me um mail com propostas de honorários, mas, por favor, não me ofendam com propostas de valor inferior ao que ganha qualquer adjunto dos nossos governantes). Este meu truque fez um sucesso danado, pelo que passei a ser conhecido pelo lobo mau que faz magia. Para continuar a impressioná-los, e uma vez que já estavam a ficar fartos do truque da moeda, mandei-os ir buscar pratos cheios de bolos e/ou doces, os quais, com a minha fabulosa magia, fazia com que em poucos segundos, ficassem vazios (hoje estou com dores de estômago, aposto que algum dos putos me trouxe um dos bolos feitos pela minha mulher). Esta minha fama fez com que sempre que um dos putos estava a sair da linha, o simples facto de eu lhe aparecer à frente, era o suficiente para começar a ouvir um rol de desculpas e de pedidos de clemência no sentido de eu não o fazer desaparecer ou de não o transformar em bolo.
Mas o que eu mais gostei, deste meu papel de mágico, foi o de ter falado com o suposto namorado da nossa filha e lhe ter dito: “Sabes, fiz uma magia e se tu deres um beijo à minha filha transformas-te de imediato numa formiga, e tu sabes como a tua suposta namorada gosta de esmagar formigas.” Não conto a sua reacção porque poderiam ficar com pena dele.
publicado por Luis às 21:40
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