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Domingo, 28 de Novembro de 2004
Quem manda cá em casa.....
Hoje da manhã cheguei à cozinha e preparei-lhe o pequeno-almoço (bom, preparei-lhe é uma forma de dizer. Pus a toalha na mesa) dei-lhe umas flores (mais uma vez, é uma forma de ver as coisas. Passei-lhe a manteiga que tem umas flores na tampa) e esperei, da parte dela, uma paga para a minha simpatia. Mas recebi alguma coisa? Claro que sim. Ordens: “Tens a roupa para estender.” São coisas destas que me fazem pensar sobre quem realmente manda cá em casa. Ela diz que todas as decisões são tomadas a dois. Eu digo que é injusto a nossa filha poder participar nas decisões e eu não. É óbvio que quando eu digo isto, ela começa a disparatar e a chamar-me nomes, e ai de mim que me atreva a dizer, que não estou a tomar parte na decisão sobre qual dos nomes ela me pode ou não chamar. Se eu o fizer, pergunta-me logo: “Porque é que casaste comigo?” E se eu responder meio a rir que foi por causa dos impostos (o que aliás é verdade) aí estala o verniz e começa o célebre drama da vida de desgraçada incompreendida e mal amada. Porque raio é que ela leva tudo o que lhe digo assim tão a sério? Eu não faço isso com ela, aliás, uma das coisas que ela se queixa é exactamente disso, de eu nunca a levar a sério (Porra, que a mulher nunca está contente).
Mas voltamos à questão central. Quem manda cá em casa. Porque é que isto é tão importante? Podem alguns mais ingénuos perguntar. Simples, porque como qualquer animal territorial o ser humano necessita de sentir que manda num determinado espaço, e enquanto não passamos a viver com outra pessoa, julgamos que isso é irrelevante. MAS NÃO É. Então têm que se encontrar estratégias para conseguirmos criar espaços para cada um de nós, e isso passa por arranjar situações em que ambos se sintam bem. Obviamente que, para isso, temos ambos que sentir que temos um papel igual na nossa vida em comum. Ou seja, EU TENHO QUE SENTIR QUE MANDO NELA, PORRA. No entanto não é isso que acontece. Com as suas birras e o seu mau feitio, que se tem intensificado com a merda da sua tese (já só faltam 16 152 horas - há dias em que conto os minutos - para acabar o prazo que ela impôs para a terminar) se eu não cumpro todas as suas ordens, vem logo com a conversa de eu não lhe dar a "estabilidade emocional" que ela precisa para trabalhar. Porra, se ela quer estabilidade emocional porque raio está-me sempre a chatear? A mim, o santo (palavras da minha mãe) que está sempre a pensar no seu bem-estar. De qualquer forma, a maneira como ela se gaba, que cá em casa mandamos os dois faz-me rir (a mim e à minha mãezinha). O mais engraçado disto (sim, porque se eu não achar piada como conseguia aturá-la?) é a forma como ela age. “O que é que tu achas se bla bla bla?” e se eu me atrever a contrariar a NOSSA decisão é logo birra: “Pronto já percebi, nunca concordas com nada!! Eu não mando nada aqui!! Deixa. Já estou habituada.” Depois o resultado é sempre o mesmo, a sua…ups a NOSSA decisão acaba por vingar, mas eu, mais uma vez, fico com a fama de ser um marido que só pensa nele.
Bom, tenho que terminar que ela…ups…. NÓS decidimos pôr umas fitas a substituir a porta da despensa e NÓS, ou seja, eu, tenho que ir tirar a porta, desmontar a fechadura, proteger a porta e colocá-la no sótão, e fazer os buracos no sítio onde ela….porra… nós achámos que ficava melhor.
publicado por Luis às 23:48
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