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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2004
A doença.....
A minha moça está doente. Felizmente não é a mais pequena. É a mais chata. Porra, mal ela fica com um pouco de tosse ou a espirrar começa logo com as suas mariquices: “Estou doentinha…..chuif…” O que traduzindo para a linguagem de homem quer dizer: “Estás lixado. Agora ainda vai ser pior. E sem SEXO.” E realmente assim é: “Amor, cof…cof… vai-me buscar um chá….cof…cof… que eu tenho a garganta seca.….cof…cof…”; “Amor…atchim….eu…eu…..atchim…..gostava de ver o titanic…cof….cof”. E lá vou eu buscar o chá. E lá vou eu pôr a merda do filme mais maricas que já alguma vez vi (tirando o filme do meu casamento….brrrrrrr).
Assim foi o dia de ontem. Hoje acordou ainda pior. “Dói-me a cabeça….hoje não vou correr…” Bom, se ela não vai correr é porque está mesmo mal. MAS ERA PRECISO ACORDAR Á MESMA HORA DE SEMPRE SÓ PARA ME DIZER ISSO? Sinceramente acho que ela adora ficar doente, só assim explico as suas reticências em ir ao médico. Porque raio é que a mim, assim que ela nota que estou em baixo, me manda logo ir ao médico, mas se sou eu a lhe dizer isso, começa com as suas porras de sempre: que há-de passar, que “…não é nada….cof…cof…ai que dor….cof…cof..” Depois eu, sozinho é que tenho que fazer tudo em casa. Se não a conhecesse melhor poderia pensar que ela exagera de propósito para poder gozar umas férias das suas tarefas à minha conta. No entanto eu sei que o motivo não é esse, o verdadeiro motivo é o gosto mórbido que ela tem em ver a cor do seu muco nasal. Ainda hoje de manhã perguntou-me qual era a cor do meu ranho e começou a discutir comigo as diferentes cores possíveis, mostrando-me, ao mesmo tempo, o seu lenço (com o resultado de uma noite bastante produtiva) como se de um belo quadro se tratasse, o qual eu deveria de admirar e não de mandar para o mais longe possível, como se fosse algo de nojento, até porque, o facto de eu estar a tomar o pequeno-almoço, obviamente que não era motivo suficientemente grande, para eu fazer uma cena daquelas. Claro, o que eu deveria fazer era admirar o seu belo lenço composto com as lindas cores verde-amareladas, e compará-las com as do meu muco, tirado ali na hora. Bom, poderia continuar a falar disto por mais tempo, mas penso que já perceberam a ideia.
Continuando. Com a sua teimosia habitual, resolveu ir trabalhar e quando voltámos para casa aconteceu algo de extraordinário. Manteve-se o tempo todo calada, mesmo quando eu a picava não se ouvia um pio. Incrível. Fiquei fascinado. Jantamos em silêncio e com a televisão ligada (algo que ela não gosta muito, mas como nunca disse nada…) depois perguntei-lhe se ela se importava em ver o filme Kill Bill (para quem não conhece trata-se de algo um pouco violento e nada do seu agrado) mas ela, mais uma vez, nem uma palavra, e como quem cala consente….. Assim se passou a noite, um filme violento na TV e uma mulher calada ao serão. Porra, o facto de ela ter ficado afónica com o dia de trabalho, foi algo que eu não esperava, e que certamente compensa, em parte, todas as tarefas que desempenhei esta noite. Aliás, uma dessas tarefas consistiu em ir com a nossa filha à sua aula de natação. Ou seja, uma das minhas duas horas semanais de sossego foi-se embora para sempre. Ainda por cima, com o raio das pressas não levei toalha e rapei frio, pelo que é provável que em breve seja eu a ficar doente…cof…cof….YES.
publicado por Luis às 01:25
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