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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2004
O natal…..(parte 1, se me apetecer falar mais nisto)
Está a chegar o natal, época de amor e de paz. O que na minha casa quer dizer discussão sobre os mais variados assuntos ligados a esta época tão especial: “Porque raio fazes chantagem com a filha para que ela te diga o que te comprei para o natal?” pergunta-me ela irritada. “Porque quero ter a certeza que o dinheiro que gastaste comigo foi bem empregue, e que não compraste uma porcaria qualquer de uma camisola que eu nunca irei usar.” Respondo eu, na minha qualidade de chefe do sector financeiro, ao mesmo tempo que lhe sugiro a compra de uma placa de TV para o computador, como prenda ideal para ela me fazer uma surpresa, mas isso não a comove.
Outro tipo de discussão, é sobre o local onde jantar e almoçar, respectivamente na véspera e dia de natal, se na casa dos meus pais se na casa dos meus sogros. Isto porque os velhos não se dão muito bem uns com os outros. Bom, por acaso os velhos até se dão bem, quem não se dá muito bem são as velhas. Porra para as mulheres. Sempre que se encontram têm sempre baboseiras para dizer uma à outra, e depois só não andam à estalada porque a minha mulher não deixa. Na minha opinião, se elas querem andar à chapada que andem. Porra, há anos que eu e os velhotes temos apostas feitas sobre a provável vencedora. Eu aposto na minha sogra, não pelo peso, porque aí são ambas pesos pesados, mas porque a minha mãe ao contrário da minha sogra, tem dentes postiços. O meu pai e o meu sogro têm mais fé na minha mãe. Dizem que a minha mãe, como é mais alta, consegue asfixiar a minha sogra se a apertar fortemente contra o seu grande peito.
Já uma vez, no ano em que a nossa filha nasceu, passamos o natal todos juntos, na casa da minha sogra. Bom…….posso apenas dizer que já fui a funerais mais animados.
Já disse à minha mulher que, o melhor, era nós ficarmos por aqui na nossa casa, na nossa bela vila e no nosso Alentejo, só com a nossa pequena família. Os outros, se quisessem, que viessem ter connosco, mas isso só serviu de pretexto para ela me chamar bicho do mato. Mesmo o facto de sermos dois a ter a mesma opinião (eu e a nossa filha) não a demoveu, até porque a nossa filha é uma troca tintas, e bastou a minha mulher falar-lhe nas possíveis prendas das avós, para ela começar aos pulos e saltos gritando ao mesmo tempo que queria ir para casa deles.
Assim, lá vamos ter que chegar a acordo com as velhas sobre o tempo passado na casa de cada uma delas (por vezes parece que contado ao minuto). Também já sugeri à minha mulher que, uma vez que elas nos querem tanto, porque não pagarem por esse privilégio, ou seja, vamos para casa daquela que nos pagar mais. Obviamente que não ponho aqui a resposta dela, porque uma mulher a dizer asneiras é algo que não tem a mínima piada, principalmente quando essas asneiras ferem a sexualidade do macho. Porra, um gajo não pode ter espírito empreendedor.
publicado por Luis às 00:08
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