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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2005
A Educação de Rita....
Pois, isto de ser responsável pela educação de um ser humano, é a tarefa mais importante da minha vida. È algo de terrivelmente assustador, principalmente pelos antecedentes que eu tenho nesta área, ou seja, até hoje, a tarefa de educar a minha mulher tem falhado redondamente, o que provoca em mim alguma insegurança no que diz respeito à educação da minha filha, sobre a qual irei aqui falar.
Como se educa uma criança? Bom, existem montes de livros que falam nisso, e que nós comprámos assim que a nossa filha nasceu. Mas com o tempo esses livros deixaram de ser abertos. Pensámos que dávamos uma má imagem ao fazer uma pausa para ir procurar nos livros o que fazer quando ela fazia asneira. Era do tipo: “Fizeste o quê? Puseste a tua boneca dentro da sanita e puxaste o autoclismo? Espera um bocadinho que eu tenho que ir ali ver uma coisa num livro.” É claro que isto não podia continuar, sim, porque enquanto íamos tentar procurar nos livros: “Bonecas na sanita” ela aproveitava para despejar mais uns brinquedos lá para dentro. Assim tivemos que deixar os livros de parte e seguir a nossa intuição. E aí começaram os problemas, porquê? Porque os homens e as mulheres têm intuições diferentes. Antes dela nascer tínhamos discussões relativamente espaçadas no tempo. Desde que ela nasceu o tempo parece que encolheu. Isto porque o número de discussões, sobre a melhor forma de educar a nossa filha, aumentou exponencialmente. Porque raio é que a moça, quando tem que ser castigada, tem ainda que levar uma seca enorme sobre os porquês de tudo e mais alguma coisa. Porra, não basta o castigo? Tem ainda que ser torturada com seca? Não basta dizer “Fizeste isto mal e por isso estás castigada.” Não. Tem que se sentar, parar de chorar e depois levar com uma conversa que, segundo a minha intuição, não é muito apropriada para quem ainda só tem 4 anos. Depois dos longos minutos de seca, é que vai para o castigo, ao qual ela obviamente se opõe, pois deve pensar, como eu, que o castigo foi a seca que levou. Aí de mim que fale sobre isso, senta-me, e dá-me uma seca que, eu pessoalmente, considero muito pouco apropriada para a minha idade. Por outro lado, se me calha a mim a educação, é porque sou muito rígido e pouco humano, e não tenho em conta as necessidades da criança e a sua criatividade. Olha que grande porra, se eu é que sofro com essa suposta criatividade, penso que tenho todo o direito de exercer o meu papel de crítico, principalmente quando isto implica aumentar o nº de horas pagas à “mulher a tardes”, por a nossa filha ter resolvido mudar a cor do chão do quarto, utilizando para isso cremes, sabonetes e champôs. Penso que em vez de existirem acordos pré-nupciais deveriam de haver acordos sobre a forma de educar os filhos, pois quase sempre estamos em desacordo. Já estou a escrever um desses acordos, para ver se ela o quer assinar, o qual ainda não está completo, mas que mesmo assim irei aqui mostrar muito em breve.
Já agora, o facto de ter colocado como título a este artigo o nome de uma pessoa, tal não quer dizer que o mesmo seja o nome da nossa filha. Trata-se apenas de um pequeno trocadilho com o nome de uma peça, que depois deu origem a um filme (isto é só para verem como sou um gajo culto e que sabe fazer pesquisa na net). Por outro lado, também poderia fazer isto para vos baralhar e afinal a nossa filha realmente se chamar Rita. Mas como sou um gajo simples, essa porra pode simplesmente não querer dizer nada. No entanto, se realmente a minha filha se chamasse Rita o trocadilho até tinha mais piada. Por outro lado, como este blog não tem nada de intelectual, podia aproveitar este trocadilho apenas, para colocar este blog ao nível de tantos outros blogs intelectuais que por aí há. Por outro lado já me está a doer a cabeça com tudo isto e já não sei como se chama a minha filha ou se eu até tenho alguma. Por isso…..pensem o que quiserem, quero lá saber.
publicado por Luis às 22:13
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