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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2005
O debate....

Como estou farto de achar, que este blog, tem muito pouco de intelectual e quero dar uma imagem da pessoa culta e refinada, que sou (ainda ontem ao jantar comi tudo com faca e garfo, para dar o exemplo à nossa filha) resolvi começar a abordar temas da actualidade, o tema de hoje é o que está na boca do povo cá de casa: O debate de ontem. Ora bem, num lado temos uma pessoa com cara de honesta, massacrada ultimamente por boatos que nada têm a ver com a competência da mesma, e que apresenta um evidente optimismo pela vida. Do outro lado, temos uma pessoa que tem uma cara esquisita (deve de ser de pôr tantos cremes) que gosta de lançar boatos para tapar os olhos ao povo, (porque já sabe que o povo prefere o outro) usa um discurso muito demagógico (bom, aí estão empatados) e que vê sempre o mau lado de tudo. Mas vamos à análise política do que se passou:
A coisa começou logo mal com a história dos boatos, penso que aí deveria ter sido dado mais tempo para que esse assunto tivesse ficado claro perante todos. Sim, porque não é com o boato de que eu ando a comer os chocolates todos, que o meu adversário político conseguirá tirar o meu poder sobre o eleitorado, a nossa filha.
“Provas” - perguntei eu – “onde estão as provas desses boatos? Fica a saber que eu tenho o cuidado de pôr as pratas dos chocolates no fundo do lixo para que ninguém repare.” - Ok, primeira falha. O que vale é que o eleitorado estava mais entretido com os “playmobiles” que com o debate, mas isso não deixou de ser aproveitado pelo meu adversário: “AHAH” – gritou – “apanhado!!! Depois queixas-te que gasto muito dinheiro a comprar doces. Tu dás cabo deles todos.” - Porra, golpes baixos eu não admito. Falar do orçamento familiar e justificar o deficit do mesmo com a compra de doces, é de alguém que não percebe nada de finanças públicas. O que vale é que eu já tinha o discurso bem preparado, sacai os gráficos do programa de gestão monetária e estava a mostrar-lhe a comparação, entre os custos com compras de comida e os custos com compras de roupa, neste mês de saldos, quando o meu tempo acabou, isto porque o eleitorado teve que ir à casa de banho e quando voltou resolveu introduzir outro assunto: “Há sopa ao jantar?” Aí sim, deixei o meu adversário político responder em primeiro lugar. A sua evidente atrapalhação a responder não convenceu o eleitorado, eu, por outro lado, tive um discurso coerente e muito convincente, no qual ressalto uma frase que ficou para a história deste debate:
“O facto de teres de comer sopa não quer dizer que a mãe goste menos de ti.”
Não vou dizer que derrotei o meu adversário político por KO, mas o facto de ela ter sujado mais louça que o normal (a fazer o jantar) e o seu riso sarcástico sempre que sujava o fogão, foi prova suficiente da minha desafogada vitória.


Ainda pensei em falar do debate da TV, mas achei este mais interessante.

publicado por Luis às 22:14
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