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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2005
O Carnaval.....
Ora lá se passou mais uma das minhas épocas preferidas (logo a seguir à época do fim das férias). Tudo começou com o desfile da escola da nossa filha. Porque raio é que as professoras se lembram, todos os anos, de inventar fantasias esquisitas? Mas que raio de criatividade é esta? Se isto continua assim, qualquer dia temos um sistema de ensino que realmente ensina os moços a pensar (pode ser que assim, quando chegarem ao meu nível de ensino, talvez deixem de olhar para mim, como se eu fosse um bicho estranho, só porque os obrigo a usar as ligações que eu penso que eles têm entre os neurónios). Continuando. Este ano, a nossa filha, teve que ir mascarada de duende verde. Com gorros, camisola, calças e umas tretas quaisquer nos pés. Tudo isso enfeitado com montes de guizos. Ainda sugeri, a excelente ideia, de irem todos mascarados de bailarinas, mas parece que isso foi a fantasia do ano passado. Sempre preocupadas com ninharias...
Ora bem, como nem eu, nem a minha mulher temos muito jeito para a costura (é verdade, já sei o que estão a pensar: já não se fazem mulheres como antigamente) tivemos que pedir a alguém que nos fizesse essa treta. O que para além do dinheiro que tivemos que gastar, também implicou o tempo gasto na compra do tecido e principalmente nos guizos, os quais fiquei encarregado de comprar. Onde raio de loja é que se vão encontrar 30 guizos? Como sou um moço desenrascado, comprei trinta coleiras de gato (só a minha criatividade é que não é valorizada). Qual o problema de termos tanto cabedal cá em casa? Nunca se sabe quando o mesmo é preciso para atar a mulher à cama….hummmm….
Continuando. Chegou então o dia do desfile escola. Este ano calhou-me a mim ir assistir ao desfile. Pois... ter que acompanhar uma data de putos histéricos, uma banda desafinada e colunas no máximo a dar música repetida, exactamente a minha forma preferida de passar uma bela manhã. Na véspera ainda desejei um milagre para que chovesse torrencialmente no dia seguinte, mas o meu pedido foi mal entendido, acabei na mesma molhado, mas pelos balões de água que foram sendo enviados do meio do desfile para todos os que estavam a assistir. Como se não bastasse tudo isto, fui encarregado pela minha mulher de filmar tudo até ao mais ínfimo pormenor, sempre era uma forma de minimizar o seu complexo de culpa por não poder assistir. Como ela não referiu quanto tempo tinha o pormenor, achei que cinco minutos de reportagem seriam o suficiente, pois tive o cuidado de incluir nesse tempo todos os pormenores do desfile, ou seja, o barulho, a confusão e principalmente o meu esforço para me esquivar dos balões de água voadores.
Mas o carnaval não se ficou por aqui. Temos depois o dia propriamente dito: Terça-feira de carnaval. Quando era puto, vestia uma roupa velha ponha uma caraça e estava feito. Agora não. Tem que se gastar dinheiro a comprar uma fantasia, que só se vai usar dois ou três dias e depois acabou. Depois as minhas sugestões são sempre mal vistas. Sugeri lhe que fosse mascarada de melga (só lhe faltam as asas), mas ela disse-me que não estava a pensar acompanhar a nossa filha, mas que a mim, por outro lado só me faltava ter piada para poder ir de palhaço, uma leve referência à ligeira cor rosada do meu nariz (provocada pelo raio da constipação) e à minha forma informal de me vestir. Acabámos por comprar um fato de bruxa (não vou dizer nada sobre a minha sogra….não vou dizer nada sobre a minha sogra…não vou dizer nada sobre a minha sogra) mais os respectivos acessórios.
Chega então o dia de vestir o fato de bruxa, e o que acontece? Já não quer ir de bruxa, quer ir de fada sininho. Cá estão os genes da mãe em acção.
Nota mental: Não falar de genética quando a minha mulher está por perto….
publicado por Luis às 23:21
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