casado

Ver perfil


RSS


Façam-me Feliz

Google

Fogueira de Vaidades

Comercial.mp3
Antena3.mp3
JornalismoPortoRád...

visitas obrigatorias

casado

Diário de bordo 6346...

Diário de bordo 3635...

Diário de bordo 345

Diário de bordo número qu...

Diário de bordo...4

Diário de bordo...3

Diário de bordo...2

Diário de bordo...

Mas que raio....

Mais uma mulher na minha ...

casado

Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2005
Um almoço de Domingo....
Bom, ontem foi dia de almoço especial, isto porque, para além dos meus pais, que nos vieram visitar, convidámos ainda amigos e vizinhos. Eu, nestes almoços, só não gosto de duas coisas, do que antecede o almoço e do que vem depois do almoço. Começou logo assim que acordámos: “Vão passear com a vossa neta, que eu e o vosso filho ficamos aqui a preparar o almoço.” Disse ela aos meus pais. Porra, mas quem é que ela julga ser, para mandar a minha mãe embora e deixar-me aqui a trabalhar? A mãe é minha e ainda por cima, se ela me vem visitar é para me ajudar nas minhas tarefas E NÃO PARA IR PASSEAR DEIXANDO-ME SOZINHO COM A DITADORA DO LAR. Fiquei mesmo lixado, mais ainda porque me senti enganado. Pois, porque concordei com ela: “Sim, vão-se embora que nós ficamos aqui sozinhos a tratar de tudo.” Disse-lhes eu, pensando que a excitação que lhe tinha provocado por lhe ter dito, quando acordei: “Está-me a apetecer mandar uma queca” estava a dar resultados. Pura ingenuidade. Assim que eles saíram, agarrei-a e tentei excitá-la, ainda mais: “Vamos então à queca?” Pois…. “Tu só pensas em sexo?”- diz-me ela. Mas isso é pergunta que se faça? O que raio é que ela quer que eu responda? Porra, já lhe disse que a partir dos 40 é sempre a descer, por isso há que aproveitar agora. “Deixa-te de parvoíces e toca a ir descascar as batatas para o almoço.” Disse-me ela, secamente. Ainda saí a correr para a rua tentando chamar a minha mãe, mas já foi tarde demais. Não adiantou nada ir a correr atrás do carro a fazer sinais com a parte de cima do meu pijama (sim, porque ao domingo tenho o direito de estar de pijama até quando me apetecer) só deu para fortalecer, nos meus vizinhos, a ideia que sou alguém a quem não deve ser dada muita confiança.
Continuando. Lá tive que fazer o trabalhinho todo, sem a ajuda merecida e sem a devida compensação sexual. O almoço até foi bastante agradável, tirando os habituais piropos entre a minha mãe e a minha mulher: “Tenho que te ensinar a fazer um arroz como deve ser.” Dizia a minha mãe. “Não se preocupe que o seu filho sabe fazer bem a comida.” Respondia a minha mulher enquanto me olhava à espera que eu dissesse alguma coisa. Como não me apetecia ter que a ouvir depois dos meus velhos se irem embora, tive que dizer: “Bom, vou começar a levantar a mesa.” Foi o que bastou para o meu pai dizer: “Deixa-te estar sossegado a falar, que a tua mãe faz isso.” Assim, lá tive que tentar fazer um esforço para continuar sossegado e não ficar incomodado por ver a minha mãe a substituir-me tão bem. Tentei no entanto compensar esse meu sacrifício com outro, uma amiga nossa, sabendo o jeito que a minha mulher tem para fazer doces e os meus baixos níveis de açúcar no sangue (devido a esse facto) trouxe uma excelente mousse de chocolate, a qual, depois de todos provaram, ficou ali desprezada e provavelmente com um destino triste (de ir parar à barriga de outro) pelo que me enchi de coragem e fiz um derradeiro esforço para acabar com ela, mesmo tendo que ouvir a minha mulher com as suas habituais conversas sobre colesterol, gorduras, exercício físico e outras filosofias ligadas ao seu culto religioso, o qual é patrocinado por uma marca qualquer de ténis.
publicado por Luis às 12:46
link do post | comentar | favorito
|

Olha! O Livro!


Agora em versão digital! Com mais posts por muito menos Euros!

livro

À venda em todas as lojas da Amazon!

blogs


referer referrer referers referrers http_referer




pesquisar